[Eu Conto Sobre]: Crítica da adaptação de 50 tons mais escuros

Olá, pessoal, como vão vocês?
Assisti no dia do lançamento de filme 50 tons mais escuros, e senti em fazer minha crítica, como fiz ao primeiro filme 50 tons de cinza. Não sou especialista em cinema, apenas falarei aquilo que me chamou atenção com relação a fotografia e o enredo em si.
 Neste segundo filme acompanhamos a história de Christian Grey (Jamie Dornan) e Anastasia Steele (Dakota Johnson) após o término dramático do filme anterior. Ana está para começar seu novo trabalho em uma editora e tentando retomar sua vida após a separação. Já Christian não está nada satisfeito com o término e tentará de tudo para voltar a se relacionar com a moça. Como toda história clichê (rs), os dois voltam e retomam suas vidas com muita intensidade (se vocês me entendem). No entanto, certa moça aparece para Ana, uma desconhecida com uma aparência estranha, mas ela não se preocupa. Mal ela sabe que a moça se chama Leila (Bella Heathcote), uma ex submissa de Grey, escapou de uma clínica psiquiátrica (lembram do telefonema que Grey recebe após eles voarem de jatinho no primeiro filme? É ele sabendo que ela escapou). Como nada vida desse casal não é só mar de rosas e de tons, haverão pessoas com empecilhos para separá-los, como: aparição da senhora Robinson (Kim Basinger) -a ex dominadora de Grey - e Jake (Eric Johnson), o chefe de Ana que fica obcecado por ela (Eita, que essa Ana é doce né).

Confesso que não fiquei com expectativa para assistir este filme, pois como passou dois anos após o primeiro, bateu aquele desânimo. Porém, me surpreendi em algumas partes e senti falta de algumas cenas contidas no livro, e também aquelas que apareceram no trailer, mas que não mostrou.

Ana neste filme está mais ousada, mas senti falta do seu lado drama em alguns momentos propícios para tal atitude. Já Christian está mais solto, carismático e romântico. Os dois como sempre mostraram química e diversas cenas calientes, mas ainda não gosto de Jamie como Grey, para mim é totalmente água e óleo do ator/personagem.

O filme anterior dirigido por Sam Taylor se mostrou mais detalhado nos ângulos detalhe e visão panorâmica do ambiente e com cenas sensuais, mas moderadas. Porém, neste segundo filme dirigido por James Foley, para mim, não se preocupou tanto com os aspectos do filme passado. O que destacou em 50 tons mais escuros foi a decisão de E.L.James se cumprir, pois desde o primeiro ela queria cenas mais explícitas, por isso que Sam saiu da direção, pois houve desavenças entre diretora e autora (momento Leo Dias). Neste segundo filme a química entre os personagens foi mostrada em evidência nas cenas calientes juntando o sensual e um pouco mais explícito do que o passado.
Senti que neste filme diversas cenas passaram corridas, o que poderiam ter trabalhado mais. Sei que não tem como ser fiel ao livro, isso é óbvio, mas há cenas de drama, por exemplo, que poderiam ter sido mais exploradas. Falando em livro, senti falta de algumas cenas? Sim, algumas poderiam ser desnecessárias, mas há outras que precisariam estar como a presença do Dr. Flynn (terapeuta de Grey) e Ethan (irmão de Kate). A cena da sinuca apareceu no trailer e não esteve presente no filme, grandes chances de estar nas cenas extras do DVD.


Enfim, gostei do segundo filme da adaptação de 50 tons de cinza. Para quem não leu o livro é bem satisfatório, porém, para quem leu, acredito que vão sentir falta de algumas cenas, mas não vão se desesperar por isso (rs). A trilha sonora também gostei, mas prefiro a da primeira, pois todas as músicas se encaixavam nas cenas, no segundo não senti isso. Se você não assistiu, já corre pro cinema para tirar suas conclusões.

Dica: Ficam até o final, pois depois dos créditos há o teaser de 50 tons de Liberdade.

 

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